sexta-feira

CASCALHEIRA ASL-TOMÈ um vinho inspirador






A S L - T o m é , Sociedade Vinícola, Lda.
História breve
A firma A.S.L.-Tomé, Sociedade Vinícola, Lda., foi pertença dos antepassados dos actuais proprietários e vem sendo herdada sucessivamente há, pelo menos, cinco gerações da mesma família.A propriedade onde se situa a sede é composta por uma parte agrícola (vinha), por uma parte administrativa (escritórios) e por uma parte industrial (adegas, lagares e cubas de vinificação, etc.).A firma possui ainda mais sete propriedades situadas no concelho de Palmela, estas destinadas exclusivamente à cultura de vinhas, perfazendo um total de cerca de 40 hectares.A adega actual foi construída em meados da década de 40, substituindo uma outra que já existia no local desde fins do século XIX. A firma A S L - Tomé, Sociedade Vinícola, Lda., foi constituída em 1992, embora esta constituição tenha sido apenas uma mudança de nome e uma actualização do capital social e das partes integrantes da sociedade, da qual passaram a fazer parte a última geração da família. A designação anterior era Américo de Sousa Lopes & Herdeiros, mais conhecido por Américo Tomé, que veio de Palmela e estabeleceu-se em Pinhal Novo, produzindo vinho e fazendo a sua distribuição, principalmente na região da Grande Lisboa, Distrito de Setúbal , Alentejo e Algarve.Na altura, imperava a venda a barril, além da venda directa a quem se deslocasse à adega.Hoje, a venda contempla principalmente vinho engarrafado, embora ainda subsista a venda de vinho em barril (a granel) em muitas das tabernas do Distrito de Setúbal.
Finalmente, em 2002, a firma aposta mais fortemente na produção de vinhos de qualidade, introduzindo no mercado já em 2003, além do vinho de mesa branco e tinto “ Alto da Cascalheira “, o Vinho Regional Terras do Sado Tinto “Cascalheira “ , estando prevista a entrada de novas marcas no mercado nos próximos anos, nomeadamente um VQPRD Palmela, além de vinhos elaborados a partir de outras castas além do Castelão (vulgo Periquita), nomeadamente Syrah, Cabernet Sauvignon e Aragonês.




9 Comments:

Anonymous nuno leitão said...

Grande vinho, esse Cascalheira tinto.

2:30 da tarde  
Blogger divergente said...

Desculpem, mas tive um pequeno problema com este post, e 6 dos comentários aqui escritos se foram.
Não foram apagados deliberadamente.
É mesmo pena de ter perdido esses comentários.

5:05 da tarde  
Anonymous NasHoras said...

É fundamental conhecer todos os elementos que exaltam a nossa realidade de partilha comum, pois estamos cá, somos pinhalnovenses.E para isso nada melhor que esta verdadeira referência a um grande impulsionador de toda a cultura,não só local mas mundial, falo obviamente do vinho e a sua relação social.
Espero em breve provar essas novas castas que, recomendo vivamente, a todos os amantes deste néctar feito de pura alquímia.
Dá-lhe no tinto, mantem tradição.

1:40 da manhã  
Anonymous lua said...

Numa noite de Lua Crescente,com o Cruzeiro do Sul bem visível,Lucas chegou na casa de Matzuca.
Como estás bonito,Lucas.
Achas? É a a alma que bota para fora a beleza escondida.
Desse jeito vamos compor juntos! Vamos jantar? Tu preferes ,primeiro um vinho,e então conversaremos e então podemos apreciar toda a beleza deste mundo?
Sou mais o vinho...Acho que foi Rubayat que disse que nessa hora a gente sente,não o gosto do vinho,mas o gosto da energia de amor que cruza com ele.
Foi,foi ele sim.E ele estava certo.Vamos ao vinho,mas com música,violão,para sentir as cordas dos nossos corações tocando juntos.
E aí ficaram até às 3 horas da madrugada...
Quero te pedir,não vás.]
Bem,esse pedido merece mais um vinho e outras conversas,
E então conversemos.Bebamos à alegria!

2:46 da manhã  
Blogger vitorino coragem said...

apologia à sede de criar
quero beijar a tua cor, lentamente
através do sabor que despertas no meu olhar
eu não sinto, eu minto...tinto

quero desejar-te ardentemente
até à última gota nesta vida e na outra
inocente lágrima que faz o teu sorriso\ dinheiro brilhar
eu não sinto, eu minto...tinto

quero mascarar-te de culpa
peço desculpa, minha política\ minha puta
de mentira me queres pintar
eu não sinto, eu minto...tinto

amo a tua verdade morreste a dar à luz a liberdade
só e contigo quero estar
eu não sinto, eu minto...tinto

queres assaltar os ladrões
resgatar os poetas das suas paixões
o parvo da colina queres sodomizar
eu não sinto, eu minto...tinto

incêndio salvador, deixaste-me apenas uma flor
um planeta solitário, um jardim abandonado
nele eu estou deitado, a imaginar o teu rosto lunar
eu não sinto, eu minto...tinto

estou cansado da minha juventude
queres um pouco, meu velho amigo?
juntos construiremos um lindo deserto\ nobre atitude

eu não sinto, eu minto...tinto
eu não sinto, eu minto...tinto
eu não sinto, eu minto...tinto

Vitorino Coragem

7:05 da tarde  
Blogger divergente said...

Obrigado em inteiro Vitorino pelo poema.

9:06 da manhã  
Blogger KIM PRISU said...

Grande pomada de vinho o Cascalheira, já fez dizer muitas belas poesias os Inteiros.

10:02 da manhã  
Blogger CardosoC said...

O vinho é realmente algo que sabemos fazer e para o qual temos óptimas condições.
Falta-nos capacidade para fazer face à concorrência francesa... Mas a pouco e pouco lá vamos conquistando o nosso lugar.

8:37 da tarde  
Blogger cj said...

passe a publicidade, mas o cascalheira 2005 sai no mês de maio e quem quiser está convidado a fazer uma prova.

http://anestesistadalma.blogspot.com/

6:53 da tarde  

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