sábado

HERVÉ MORLAY (dito) VR

Se querem saber mais sobre este pintor de sorrisos
Filho da Nova Figuração dês os anos (19)80




ARTE COVILHÃ


Exposição reúne 120 artistas beirões
Os criadores de arte da região vão ter pela primeira vez oportunidade de mostrarem os seus trabalhos, em conjunto, naquela que será a primeira edição da “Arte Covilhã”. A mostra é promovida pelo Departamento de Exposições da ANIL – Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios e vai realizar-se entre de 8 e 10 de Dezembro.“Estarão representadas áreas como a pintura, a escultura, a fotografia e a escrita, proporcionado aos visitantes a oportunidade de admirar as diferentes formas e estilos de arte, bem como a possibilidade de adquirir as obras em exposição”, refere a organização, que detém o maior espaço de exposições da cidade serrana.No Expolan estarão presentes “mais de 120 criadores”, diz ainda a nota da ANIL, acrescentando que, “na sua maioria são naturais da região das Beiras”. Marcarão também presença três galerias de arte “que irão expor obras de pintores e escultores de renome nacional e internacional”.O espaço “Jovens Artistas” é outra das propostas da organização para o evento cultural. Trata-se de uma actividade onde os alunos das diferentes escolas do concelho da Covilhã irão apresentar os seus trabalhos artísticos. Mas o restante público pode também intervir nesta parte do “Arte Covilhã”, diz ainda a ANIL: “Este espaço estará também aberto à participação dos visitantes, que poderão desenvolver trabalhos e, quem sabe, possam ser descobertos novos talentos”.Diário XXI

terça-feira

FLAVIO ANDRADE no SOL MÓI O PAI



Olá amigosAqui vai o Convite em anexo para a exposição de Flavio andrade no dia 30 de Novembro no bar divergente O Sol Mói O Pai em Pinhal Novo (9 rua Afonso Henrique) ...Intervenção perfomativa dos Inteiros seguida de poesia...Abraços e apareçam apartir das 21horas

quarta-feira

EXPOSIÇÃO DE KIM PRISU na GALERIA SANTA TERESA



Exposição
"O carrossel da vida sem título aparente"
GALERIA SANTA TERESA
Travessa da Anunciada nº 10, 1º andar, 2900-238 Setúbal

Inauguração Sabado 1 de Abril 2006 as 18 horas

Contactos:

FERNANDA BISCAYA

galeria.sta.teresa@gmail.com

tlm: 912 325 850

sexta-feira

Abdelmalek Berhiss, Um aborígene à Essaouira Marocos



Nasceu em 1971. Depois de ter praticado a escultura, este artista Marroquino autodidacta se da a pintura com a qual desenvolve um estilo muito pessoal.

Suas pinturas são por vezes afectuosos em tons pasteis e á harmonia das curvas do desenho: por vezes, formas lisas e cores vivas lembrando da dureza da vida nesta região árida e povoada de quimeras inquietantes.
Certos quadros fazem de resto pensar às gravuras rupestres, como as dos aborígenes da Austrália, que podem ser aproximadas das criações contemporâneas como as "nanas" de Niki de Saint Phalle.
Ultimamente, o artista escolheu pintar raízes cujas formas complexas guião a sua imaginação para estas multidões de répteis e serpentes que lhe são familiares...

http://www.africultures.com/expos/essaouira/berhiss2.htm

terça-feira

KRIKI dos NUKLÉ-ART

Kriki (cristian Valée) nasceu em 1965
Crio mais o Kim prisu em 1984 o colectivo de arte "NUKLÈ_ART" em Paris até 1987.
Trabalha e vive em Paris.
Kriki e Kim Prisu no tempo dos Nuklé-Art

Pigalle Pigalle de Kriki 1988

l'Assomption de Kriki 2004

Se querem saber e ver mais.

http://www.kriki.com/?s=bio&lang=fr

sexta-feira

OS V.L.P.

Os VLP nos anos 80
Os VLP (Vive La Peinture “Viva a Pintura”) colectivo de Artistas Plásticos “ ligados as Nova figuração (Figuração livre em França ) dos anos 80 em França, e os “Media-peintre” eram três na base, hoje só actuam does pintores “Michel Espagnon, Jean Gabaret” o Martial Jalabert foi para outras vidas. Sempre em acção pelas ruas de Paris com um novo personagem “o Zuman” que colam em sítios estratégicos.


Museu do Louvre


Piratagem das colunas do Artista conceptual Buren em Paris


Jean Gabaret e Michel Espagnon

segunda-feira

B U G A N V I L I A Publicação inconsútil dos INTEIROS

terça-feira

Viagem Nocturna ao País da Amizade.



Lua Cheia, azul claro
Noite quase dia
Sem madrugadas por enquanto
As ruas dormem de pé
Apoiadas em prédios com medo da cor.Ao lado de candeeiros
Ainda há pouco acordados
Ninguém passa
Agora a rua é!Pertence à luz cheia da lua igual
Palavras ecoam no espaço parado
Prolongando o silêncio geral
Levam mensagens, ideias, pensamentos
Em copos de vidro com ar
Faz-se a ronda de nós próprios
Sem deixarmos rastos de sonhos
Que por fazer estarão sempre
Conversa-se, discute-se
Por exemplo:
- O que é, o que não é,
Não deve ser, como é,
Porque sim, talvez, penso que sim,
Não penso assim, concordo,
Não sou, tenho a ideia que,
Talvez, penso que não, como?
Inícios repetidos em relógios parados
Ondas ao contrário de um mar vazio
Há falta de Eus no mundo, explico:
Eu sou, eu faço, eu quero
Mas ser mesmo, fazer mesmo, querer mesmo

O défice de Eus leva ao acréscimo de Tus
De onde resultam Nós sem verdade
Entretanto a noite estelar cá está.Como prometeu chegou
Com lua cheia.Sem gente vazia
Sons de longe chamam o vento
Bom dia ó noite fria.Depois, agora, durante. Falar, trocar ideias
Afirmar enfim para terminar
-“Eu cá não sou de separar, sou de unir
Não sou de partidos, sou de inteiros”
Boa noite. Até amanhã
A. Xavier

segunda-feira

CONVITE CULTURAS HABITADAS




Culturas habitadas

Modos de ser e ver

O caso de Pinhal Novo

De

Aleksandra Chomicz

CONVITE

Para o lançamentodo livro

Culturas habitadas

+

Performance

dos

INTEIROS

Dia 7 de Dezembro 2005 as 21horas

Auditório da Junta de Freguesia de Pinhal Novo

sexta-feira

CASCALHEIRA ASL-TOMÈ um vinho inspirador






A S L - T o m é , Sociedade Vinícola, Lda.
História breve
A firma A.S.L.-Tomé, Sociedade Vinícola, Lda., foi pertença dos antepassados dos actuais proprietários e vem sendo herdada sucessivamente há, pelo menos, cinco gerações da mesma família.A propriedade onde se situa a sede é composta por uma parte agrícola (vinha), por uma parte administrativa (escritórios) e por uma parte industrial (adegas, lagares e cubas de vinificação, etc.).A firma possui ainda mais sete propriedades situadas no concelho de Palmela, estas destinadas exclusivamente à cultura de vinhas, perfazendo um total de cerca de 40 hectares.A adega actual foi construída em meados da década de 40, substituindo uma outra que já existia no local desde fins do século XIX. A firma A S L - Tomé, Sociedade Vinícola, Lda., foi constituída em 1992, embora esta constituição tenha sido apenas uma mudança de nome e uma actualização do capital social e das partes integrantes da sociedade, da qual passaram a fazer parte a última geração da família. A designação anterior era Américo de Sousa Lopes & Herdeiros, mais conhecido por Américo Tomé, que veio de Palmela e estabeleceu-se em Pinhal Novo, produzindo vinho e fazendo a sua distribuição, principalmente na região da Grande Lisboa, Distrito de Setúbal , Alentejo e Algarve.Na altura, imperava a venda a barril, além da venda directa a quem se deslocasse à adega.Hoje, a venda contempla principalmente vinho engarrafado, embora ainda subsista a venda de vinho em barril (a granel) em muitas das tabernas do Distrito de Setúbal.
Finalmente, em 2002, a firma aposta mais fortemente na produção de vinhos de qualidade, introduzindo no mercado já em 2003, além do vinho de mesa branco e tinto “ Alto da Cascalheira “, o Vinho Regional Terras do Sado Tinto “Cascalheira “ , estando prevista a entrada de novas marcas no mercado nos próximos anos, nomeadamente um VQPRD Palmela, além de vinhos elaborados a partir de outras castas além do Castelão (vulgo Periquita), nomeadamente Syrah, Cabernet Sauvignon e Aragonês.




quinta-feira

PORQUE É QUE A CULTURA FICA ASSIM PARADA ???

quarta-feira

MULHER DE SÓNIA QUEIMADO



SÓNIA QUEIMADO

Nasceu em Dezembro de 1971.Curso de artes gráficas e fotografia, andou no I.A.O (Instituto de Artese Ofícios da FRESS) no curso de Metais, 2 anos.Trabalhou num jornal diário como maquetista gráfica durante 2 anos. Há 6 anos tem um pequeno atelier de design gráfico.Na pintura é totalmente autodidacta, é o que ela ama acima de tudo. Semprepinto a par de outras actividades. Resolveu este ano de 2005 divulgar o trabalho quefaz por paixão, este é o seu caminho, pelo menos a sua alma assim o pede.


Obra visto na II Bienal de Coruche 2005 de Sónia Queimado, MULHER

COWPARADE LISBOA 2006


Portugal dá as boas vindas ao maior e mais divertido evento de arte pública do mundo.
Lisboa, capital de Portugal, está pronta para receber pela primeira vez, o maior evento de arte pública – CowParade Lisboa 2006, um espectáculo que contribui para iluminar os corações dos residentes e dos visitantes.

A CowParade é organizada em Portugal pela Energy Splash – Produção de Eventos e Desejo Sem Limites – Gestão de Patrocínios, que estão a preparar uma manada de bovinos em fibra de vidro e em tamanho real que será decorada e pintada por artistas locais.
As vacas serão exibidas na ruas e espaços públicos de Lisboa, durante os meses de Junho, Julho, Agosto, Setembro e Outubro de 2006. As vacas serão vendidas em leilão público em Outubro de 2006 revertendo o valor para o projecto MecenatoNet.


Este movimento internacional esteve presente em cidades de todo o mundo, como Zurique, Praga, Barcelona, Bruxelas, Nova Iorque, Chicago, Estocolmo, Tokyo e São Paulo.

A CowParade Lisboa 2006 será uma exposição aberta para todo os público, e fará de Portugal uma janela mundial para a arte e cultura.

Para mais informações, visite-nos em www.cowparadelisboa.com ou contacte-nos info@cowparadelisboa.com

terça-feira

TEATRO MUNICIPAL DA GUARDA




Qua 30 Nov_Pequeno Auditório_21h30_3€_30m + 30m_M/16 Poesia/performance Dismorfose uma performance cinevocovisual por Manuel PortelaBartolomé Ferrando [Espanha]Dizsonante [sound poetry . sound art . performance . spoken word . oralidades]

Em dismorfose, de Manuel Portela, a dislalia e a disgrafia são usadas para deformar certos discursos de produção do sujeito e dos seus modos de sentir e de pensar. Colhidos na grafosfera e na verbosfera da imprensa escrita e dos meios audiovisuais, os fragmentos discursivos são corroídos por um conjunto de técnicas poéticas de destruição do sentido. Acção ao vivo, poesia sonora e poesia cinética combinam-se numa dismorfia de um mundo saturado de linguagem gerada pelas indústrias de produção simbólica.

Bartolomé Ferrando é performer e poeta visual. Estudou música e filologia hispânica. É professor titular de performance e arte na Facultad de Bellas Artes de Valencia. É fundador da revista Texto Poético. Como performer participou em festivais da Europa, Canadá, México, Japão, Coreia e Chile. Já expôs a sua poesia visual e concreta em diversas cidades de Espanha, Itália e França.


Para mais informação contactar:Gabinete de Comunicação e Imagem do TMGRua Batalha Reis, nº12, 6300-668 Guarda

A FUGA DO VAGABUNDO





Em liberdade, não é permitido, as individualidades ter opiniões diferentes? Porque razão, sendo ele um vagabundo experiente, com uma actuação séria e positiva nas iniciativas de que foi responsável, manter um blog cheio de culturas divergentes não poderá ter uma opinião sobre seres e momentos diferente?
Não será apenas porque tais opiniões são "múltiplas" do politicamente correcto? Divergentes das correntes de opinião que tentam "iluminar" a sociedade?

http://assimfalouzaratrusta.blogspot.com/

Um blog cheio de culturas divergentes onde podem dar uma olhadela.

OS JUSTOS

Dias 30 de Novembro, 1, 2 e 3 de Dezembro às 21:30
OS JUSTOS



Na Moscovo czarista, em 1906, uma célula socialista e revolucionária de elementos terroristas prepara e leva a cabo um atentado mortal contra o Grão-Duque.
Em torno desta acção, o texto de Os Justos apresenta um confronto de perspectivas éticas sobre a morte sacrificial que é motivada por um ideal de transformação do mundo, e sobre o seu resultado previsível: a vítima do crime de morte terrorista e a vítima da pena capital imposta pela lei da justiça do estado.

Albert Camus escreve Os Justos em 1949 e é nesta peça que equaciona este tema de um modo mais preciso, inventando para isso uma trama de relações e acontecimentos em torno da actividade de um grupo de revolucionários, na Rússia do início do século XX. Não a escreve para condenar simplesmente o terrorismo. Mas antes, atribuindo validade à causa do grupo, para perscrutar o que de romântico ele possa conter, o que de inocente o terrorista possa ter e, sobretudo, para aferir os limites da acção de revolta, o limiar de uma ética. E para duvidar, ainda, de todos eles.

Jorge Andrade foi distinguido com a menção honrosa do Prémio Madalena Azeredo Perdigão 2004, atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian, pela encenação de Os Justos.os justos texto Albert Camus concepção dramatúrgica/cénica Jorge Andrade com Anabela Almeida, Jorge Andrade, John Romão , Pedro Gil e Pedro Martinez2004


RESERVAS: zdb@zedosbois.org t. 21 343 02 05 INFO ZDB : www.zedosbois.org

espinalMedula


Mais que o volume sanguíneo vindo de um parto absolutamente normal, sou também um produto incorpóreo de gente clandestina de espírito variável. Existo, portanto, sem a minha autorização, uns 250 anos antes do tempo que me faltava para tomar qualquer decisão de vir aqui pisar este mundo esférico. Razão porque me mantenho ainda motim de associações livres, reaparecendo desconhecido a cada dia que passa... Mas sou uma pessoa simples, pelo menos a cada simples instante, só me faço inteiramente humano quando dou que não percebo!Não sei!...Não percebo!
espinalMedula.

segunda-feira

UM ACTO CHAMADO DIVERGENTE


O entendimento em arte tem um acto chamado divergente. Nele, o pensamento se descobre em diferentes lemes, tem vários pontos de referência, não usa um processo bem-comportado. Todos temos a alcançar se nos abrirmos um pouco para esse modo de pensamento. A formação em artes é importante também por outro motivo: ela abre cabeças. A arte dá mais instrução, coloca a pessoa diante de coisas que ela não espera, agita com ela. Parece-me que isso é muito importante para o ser humano hoje, seja de que âmbito ele for.

FLÁVIO ANDRADE


O avô. fotografia de Flávio Andrade @

Flávio Andrade nasceu e reside no Pinhal Novo desde 1964. Fotógrafo e fotojornalista free-lancer, colaborou para jornais como o jornal Público, SEMMAIS jornal e outros. É actualmente colaborador da revista MEIOS da Associação Portuguesa de Imprensa (AIND). Formador de cursos de iniciação à fotografia. Professor de Técnicas Laboratoriais a preto e branco na Universidade Católica Portuguesa. Expõe há vários anos.
site do Flávio Andrade

KIM PRISU

FOTO PARIS. Jean Marie LERAT@

http://videomatik-kim-prisu.blogspot.com/


Joaquim António Gonçalves Borregana
dito
Kim Prisu
Nasceu em 1962, em Aldeia da dona, no distrito da Guarda, Portugal. Foi levado aos nove meses para terras de França.
A sua arte surge no contexto do movimento da denominada nova figuração que defendia um regresso `a pintura-pintura, como oposição ao domínio das várias tendências conceptuais que dominavam o panorama artístico desde os anos 60/70. Este movimento teve tantas denominações como os diferentes países onde surgiu: Novos Expressionistas ou Novos Fauves na Alemanha, Trans-Vanguarda em Itália, Bad-Panting nos Estados Unidos e Figuração Livre em França. Em comum, o já referido regresso à pintura-pintura, ao cavalete, à paleta, aos pincéis, às cores a óleo.
A Arte de Kim Prisu em Paris era completamente “Videomatik”: um universo de forte ressonância, enriquecido por uma multidão de Culturas urbanas e a doce violência da natureza do campo luminoso, o que conferiu à sua obra um forte contraste entre as cores duma sociedade de consumo (Eléctricas e saturadas) e as da Terra nutridora.
Em Paris Kim Prisu alcançou as galerias da avenida Matignon onde expôs com obras de J. M Basqiat,, Keith Haring , R.Combas, H Dirosa, Bazooka , Olívia TV Clavel, os Ripoulins, Francky Boy, Speedy Graphito, os VLP, Nuklé-Art, entre outros.
A sua obra está submetida a uma permanente transformação, existindo uma relação entre as tensões exteriores e interiores, a representação expressiva dos estados humanos, uma expressão de Médium, numa crítica das suas possibilidades artísticas e sociais.
Poesia do efémero, ligação entre os elementos textuais que escapam a qualquer lógica evidente, poética fragmentária; conduzindo-se aos saltos, sendo por vezes contraditória da realidade.
Actualmente, continua no mesmo conceito de arte total com o Mundo dos Inteiros que criou em 2003, conjuntamente com A. Xavier e P. Proença, destacando-se S. Maresia, V. Coragem, R. Maló, Espinal Medula e Flávio Andrade, com os quais faz poesia/ performances, dramas e pintura, colaborando também regularmente com Américo Rodrigues e o teatro Aquilo.
Kim Prisu é um Artista Plástico de sensibilidade apurada, reservado numa grande humanidade. Costuma deambular sem destino, plantando árvores com o seu amigo o pintor VR. Testemunha do seu tempo, sem o atestado das palavras e das motivações explícitas, com um olhar sobre a vida, cheio de impressões da nossa época; acaba-se o período dos encantos, grande é a confusão por debaixo dos céus, mas sempre surpreendido pela dimensão deste planeta.

MARIA DO CÉU COSTA

SENTIMENTOS NO SILÊNCIO

domingo

GALERIA MATOS FERREIRA

CONVITE PARA AS ACTIVIDADES CULTURAIS


Vão decorrer nesta semana, na Galeria Matos Ferreira, ao Bairro Alto, mais precisamente no Nº 18 da Rua Luz Soriano, a inauguração de uma exposição de pintura, duas interessantes palestras, e ainda uma tertúlia sobre astrologia, eventos que a seguir se discriminam e para as quais tomamos a liberdade de convidar:

30 de Novembro de 2005 - Quarta-feira, às 21h30: PALESTRA
Tema: SONHOS : JANELA PARA O INCONSCIENTE
Proferida por LUCIANO CAYRES, antropólogo.
( O que são os sonhos ? Por que sonhamos ? Descubra através de casos famosos na História a importância dos sonhos nas nossas vidas e como eles podem transmitir informações para o nosso auto conhecimento e visões de acontecimentos que vão ocorrer no futuro ).

2 de Dezembro de 2005 - Sexta-feira, às 21h30: TERTÚLIA
Tema: ASTROLOGIA - SISTEMAS SIMBÓLICOS DE APOIO AO AUTOCONHECIMENTO
Conduzida por MARIA CELESTE RAMOS, engenheira silvicultora e arquitecta paisagista.

3 de Dezembro de 2005 - Sábado:
Às 20h00:
Inauguração da exposição “EVOCAÇÂO FEMININA” da pintora BELA FERNANDES. Será servido um “Porto de Honra”.
( vide “curriculum” da jovem artista e imagens de alguns dos seus quadros no “site” da Galeria ).


Às 21h30:
PALESTRA sobre o Tema: CONSTELAÇÃO DO MAPA NATAL
Proferida por FILOMENA LEVY, técnica de terapias alternativas.
( vide mais pormenores no “site” da Galeria ).

Com estas palestras / tertúlias a Galeria Matos Ferreira pretende mais uma vez contribuir para dinamizar este espaço cultural, que se assume como único e inovador no Bairro Alto, e oferecer ao grande público da área da Grande Lisboa a oportunidade de contactar com a linguagem simbólica e psicológica que preenchem as chamadas ciências e filosofias esotéricas.

A entrada é livre e está assegurado um serviço de bar permanente até ao final dos referidos eventos.

A Galeria Matos Ferreira tem o seguinte horário de funcionamento: de terça-feira a sábado, das 20 às 2 horas. Para informações mais detalhadas sobre as actividades culturais devem contactar para o seguinte Tlm.: 96 295 37 22 ou, em alternativa, ver a página Web:
www.galeriamatosferreira.com.

Com os melhores cumprimentos.

Ass.) Matos Ferreira.

sábado

LIVRO PEDAÇOS de MIM DE MANUEL MORAES


"Manuel Moraes, pseudónimo do autor Victor Ribeiro, nasceu em Moçambique, nos idos de 1960. Filho de Maria Amélia Ribeiro da Livraria Progresso, onde o autor começou a ganhar o gosto pelos livros, e de Adam Ribeiro, o "Linda" do Malhanga.
Com a revolução dos cravos veio para Portugal, onde viveu e vive.

Começou a escrever ainda jovem, histórias e poemas, coisas de adolescente. Mas se o gosto cedo se revelou, somente a maturidade e o conhecimento o levaram, já depois dos trinta, a levar a escrita um pouco mais a sério.

Manuel Moraes é essencialmente um poeta, embora se divirta a fazer outras coisas, em especial histórias para crianças. No início do próximo ano será publicado o seu primeiro livro para crianças, a saber "As dores de barriga da dona Terra". Trata-se de um conto sobre a escola e a aprendizagem, belissimamente ilustrado pela Kala, artista plástica de Coimbra.

Tem outras duas histórias para crianças já escritas, mas ainda não publicadas. Uma, "O Velho velhaco" trata-se de um conto clássico escrito em trinta e cinco estrofes de cinco versos; outra, "Odisseia de Natal", igualmente um conto clássico, mas escrito em prosa, pleno de aventuras e com a preocupação de ensinar às crianças as tradições de Natal, os seus valores morais e religiosos.

Actualmente entretém-se a escrever um livro de contos do absurdo, em que a realidade e o imaginário se entrelaçam, o espaço e o tempo perdem o seu sentido próprio, e os personagens existem não existindo. Não sabe quando acabará de o escrever, mas isso não importa. O que importa é mesmo escrever!"

terça-feira

ONDE VAI A CULTURA

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